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	<title>Professor Júnior</title>
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	<description>Antônio Lázaro Rodrigues Junior, nasceu em Patos de Minas, professor licenciado em matemática pelo UNIPAM, católico, membro da Renovação Carismática Católica, atualmente é aluno de Pos-graduação na UFMG. Tem interesses em arte, sobretudo Literatura e Música, é estudioso de Filosofia e política, mas, tem como principal interesse a Educação, promove reflexões, palestras sobre o tema, e é onde mora suas reais esperanças da transformação do mundo.</description>
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		<title>as vezes a felicidade é inevitável</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 02:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre acreditei em um determinismo dos nossos atos, desconfiou de signos, sorte e destino. No fundo estas crendices ou supertições são maneiras de esconder os nossos erros e disfarçar nosso comodismo. Uma forma de isentar nossa consiência do peso da culpa.
Construir sua casa sobre a rocha é um sábio conselho evangêlico, ou seja, estabelecer sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre acreditei em um determinismo dos nossos atos, desconfiou de signos, sorte e destino. No fundo estas crendices ou supertições são maneiras de esconder os nossos erros e disfarçar nosso comodismo. Uma forma de isentar nossa consiência do peso da culpa.</p>
<p>Construir sua casa sobre a rocha é um sábio conselho evangêlico, ou seja, estabelecer sua vida sobre alicerces firmes, se apoiar sobre uma base sólida e coesa, e poder viver em paz com a certeza de não ser surpreendido por alguma adversidade. Não é possivel simplesmente enfiar a mão no seu bolsinho da felicidade e tirá-la para passarem um final de semana juntos, ela é orgulhosa, quer ser conquistada e  quer que seja por toda a vida.</p>
<p>Aprendi de maneira concreta o que eu já sabia de forma teórica, quando se constroi a casa sobre a rocha, nada nem ninguem pode derrubá-la, o Prático um dos personagens da historia dos três porquinhos comunga dessa mesma minha idéia.</p>
<p>A felicidade é filha da coerência, fruto da verdade e da entrega aos seus projetos de amor e bondade. Nunca fui mais certo de uma coisa do que sou agora, quando se é coerente é inevitável não ser feliz. É inevitraável porque a felicidade tem uma verdadeira atração pela coerência.Acho realmente  impossível não ser feliz, quando somos honestos, verdadeiros, pacíficos, dispostos a abrir mão de certas pecuínhas que nos apegamos e principalmente quando não temos medo de correr atrás de nossos sonhos.</p>
<p>Posso viver mil anos, mas talvez só o dia de  hoje me bastaria.</p>
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		<title>meu colete a prova de medo</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 03:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixar de viver  sob  a batuta do medo é  a benção desejada por todo homem. O medo nos induz a insegurança, a insegurança nos leva a solidão, a solidão nos aprisiona, muda nosso endereço para um labirinto onde todos os caminhos levam pra longe de nós mesmo. Talvez , por isto,  aprendemos a marcar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-326" title="42-22071169" src="http://www.arjunior.com.br/wp-content/uploads/2009/08/maos214.jpg" alt="42-22071169" width="214" height="214" />Deixar de viver  sob  a batuta do medo é  a benção desejada por todo homem. O medo nos induz a insegurança, a insegurança nos leva a solidão, a solidão nos aprisiona, muda nosso endereço para um labirinto onde todos os caminhos levam pra longe de nós mesmo. Talvez , por isto,  aprendemos a marcar o mundo com a nossa obsessão em tornar seguro, carimbar nossas ações com o selo real do anti- medo. As pegadas da segurança são exatamente a assinatura da raça humana.</p>
<p>Nascemos e morremos tendo o medo como companheiro,  medo da dor, da solidão, medo da morte. O  medo da morte deve ser ressaltado ele nos obriga a gastar a vida tratando- a como um compromisso que gostaríamos de faltar. Mario Lago dizia “ter um pacto de convivência pacifica com morte,  nem ela me persegue e nem eu fujo dela um dia a gente se encontra” e foi assim que se encontraram um dia, e acertaram os ponteiros, o que falaram naquele dia, que também pode ter sido noite,  provavelmente  nunca saberemos.</p>
<p>Aprofundei-me também em criar minhas seguranças, a me proteger dos medos, da solidão vazia, aquela velhinha torturadora que mora numa casa velha e suja ao lado da nossa, me protegi da maneira mais sutil e simples, eu fiz amigos. Se me perguntasse qual a coisa mais significante que já fez  na vida eu diria, eu tenho um amigo. Nos momentos mais difíceis de minha vida foi a certeza de ter amigos,  pessoas que me estenderiam a mão, pessoas que não me deixariam sucumbir, que mesmo que tudo desse errado ainda existira um oásis, foi  o que me manteve de pé, o que me assegurou  ficar de pé e vencer as batalhas que venci,  e também a aceitar as derrotas que tive. Um amigo é um desespero tranqüilo é a minha declaração de bens.</p>
<p>Deitar e noite e saber que em algum lugar alguém pensa em nós é como fincar uma bandeira no deserto, o Kalil Gibran usa este símbolo, ela vai tremular aconteça o que aconteça, e quem olhá-la, carregará consigo a lembrança da sua insistência em trazer presente um objeto ausente, a inconformidade do abandono.   Alguém diante do qual podemos ser  vulneráveis, segurar a mão “sem medo” algum de ser deixado a mercê das severas leis da gravidade. Ter amigos foi a  maneira que encontrei de olhar no fundo dos olhos de Deus. Exupéry dizia no pequeno príncipe, &#8221; que  gostava de olhar as estrelas a noites, por que em alguma delas morava um principezinho, que tinha uma rosa e 3 vulcões&#8221; por isto o céu inteiro era especial.</p>
<p>É exatamente por isto que me sinto especial, eu tenho alguém por que vale a pena continuar vivendo, eu tenho um amigo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>o maior número com 1 algarismo</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 22:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Matemática]]></category>

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		<description><![CDATA[Denomina-se fatoríal de um número ao produto dos números naturais desde 1 até esse número.
Assim, por exemplo, o fatorial de 5 é dado pelo produto 1 x 2 x 3 x 4 x 5 . Essa expressão é indicada abreviadamente pela notação 5!
que se lê: fatorial de 5]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Denomina-se fatoríal de um número ao produto dos números</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">naturais desde 1 até esse número.20</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Assim, por exemplo, o fatorial de 5 é dado pelo produto</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1 x 2 x 3 x 4 x 5 .</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Essa expressão é indicada abreviadamente pela notação 5!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">que se lê: fatorial de 5.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Determinemos os fatoriais de alguns números:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">3! =</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">4! =</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">5 ! =</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">9! =</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">6</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">24</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">120</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">362880</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Com auxílio do sinal de fatorial podemos escrever expressões</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">numéricas muito interessantes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Calculemos, por exemplo, o fatorial de 362880, isto é, o produto</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">de todos os números desde 1 até 362880, Esse produto é,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">como já sabemos, indicado pela notação</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">362880!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">20Esse número é suposto inteiro e positivo. Segundo convenção, o fatorial da unidade</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">e o fatorial de zero sào iguais a 1.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">66</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Esse número 362880 que aí figura é o fatorial de 9; podemos,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">portanto, substituí-lo pelo símbolo 9!. Temos pois:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">362880! = (9!)!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Esse número (9!)!, no qual figura um único algarismo igual</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">a 9, se fosse calculado e escrito com algarismos de tamanho comum,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">teria cerca de 140 quilômetros de comprimento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">É um número respeitável!</div>
<div>Denomina-se fatoríal de um número ao produto dos números naturais desde 1 até esse número.</div>
<div>Assim, por exemplo, o fatorial de 5 é dado pelo produto 1 x 2 x 3 x 4 x 5 . Essa expressão é indicada abreviadamente pela notação 5!</div>
<div>que se lê: fatorial de 5.</div>
<div>Determinemos os fatoriais de alguns números:</div>
<div>3! =6</div>
<div>4! =24</div>
<div>5 ! =120</div>
<div>9! =362880</div>
<div>Com auxílio do sinal de fatorial podemos escrever expressões numéricas muito interessantes.</div>
<div>Calculemos, por exemplo, o fatorial de 362880, isto é, o produto de todos os números desde 1 até 362880.  Esse produto é, como já sabemos, indicado pela notação 362880!</div>
<div>Esse número 362880 que aí figura é o fatorial de 9; podemos, portanto, substituí-lo pelo símbolo 9!.</div>
<div>Temos pois: 362880! = (9!)!</div>
<div>Esse número (9!)!, no qual figura um único algarismo igual a 9, se fosse calculado e escrito com algarismos de tamanho comum, teria cerca de 140 quilômetros de comprimento.</div>
<div>É um número respeitável!</div>
<div></div>
<div>(este texto não é de minha autoria)</div>
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		<title>Zero, origem e importância</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 00:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matemática]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta do zero]]></category>
		<category><![CDATA[história do zero]]></category>
		<category><![CDATA[importância do zero]]></category>
		<category><![CDATA[origem do zero]]></category>
		<category><![CDATA[zero]]></category>

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		<description><![CDATA[O matemático C. K. Hogben, em seu livro Mathematics for the Million, procura provar que o símbolo 0 foi inventado na Índia, entre 100 a.C. e 150 d.C. Originalmente não foi uma descoberta matemática, na acepção académica da palavra, mas sim uma descoberta eminentemente prática. O hindu chamava o zero de sunya, isto é, vazio. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O matemático C. K. Hogben, em seu livro Mathematics for the Million, procura provar que o símbolo 0 foi inventado na Índia, entre 100 a.C. e 150 d.C. Originalmente não foi uma descoberta matemática, na acepção académica da palavra, mas sim uma descoberta eminentemente prática. O hindu chamava o zero de sunya, isto é, vazio. A identificação do 0 com o conjunto vazio, o nada, ou zero, foi consumada posteriormente.<br />
Os hindus, entretanto, não foram o único povo a inventar o zero. Muitos séculos mais tarde, mas independentemente de qualquer  inspiração oriental, o zero foi empregado pelos maias, cuja civilização  floresceu na América cerca de 500 anos d.C. Estes indígenas americanos empregavam um arranjo vertical, de símbolos<br />
numerais, análogos aos símbolos chineses, para as inscrições de certas datas em seus monumentos.<br />
O caráter momentoso da descoberta do zero é, hoje, universalmente reconhecido. Laplace (1749-1827), o notável astrônomo e matemático francês, refere-se ao zero num trecho importantíssimode sua obra.</p>
<p>E escreve:<br />
Devemos à Índia o engenhoso método de exprimir todos os números por meio de dez símbolos, cada qual portador, tanto de um valor de posição, como de um valor absoluto, invenção notável, mas tão simples, que nem sempre lhe reconhecemos o mérito. Não obstante, a esta mesma simplicidade, à imensa facilidade que trouxe a todos os cálculos devemos o achar-se a Aritmética à vanguarda de todas as grandes invenções. Só podemos apreciar condignamente o mérito desta descoberta, lembrando-nos que escapou ao génio de Arquimedes, de Apolônio e de todos os matemáticos da Antiguidade Clássica. ..<br />
O matemático francês Mareei Boll acha que a descoberta do zero (como operador) foi uma das descobertas mais notáveis da História.<br />
Em seu livro As Etapas da Matemática (Lisboa, 1950, pág. 15) escreve Marcel Boll:<br />
O zero é um operador, pois que cada zero, junto à direita de qualquer número inteiro (não nulo), permite decuplicá-lo  instantaneamente. O monge de Auvergne, Gcrbert, aprendeu a numeração dos árabes, quando da sua estada em Córdova (980), e, forçando a adoção desse sistema, fêz trabalho extraordinariamente<br />
fecundo, pois mais tarde, quando se tornou Papa (Silvestre II), pôde fazer uma eficiente expansão de suas ideias. Com os recursos de que dispomos hoje, esta descoberta toma as proporções de um acontecimento gigantesco, que nem de longe poderá ser posto em paralelo com os incidentes de consequências restritas, que se batizam fatos históricos (a rivalidade Aníbal-Cipião, a tomada de Constantinopla pelos turcos etc). Sem a numeração de posição, a negra noite da Idade Média jamais teria deixado a face da Terra.</p>
<p>Maravilhas da Matemática</p>
<p>Malba Tahan</p>
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		<title></title>
		<link>http://www.arjunior.com.br/230/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 06:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Matemática]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um belo poema matemático. Mostra como a beleza de um poema e a disciplina das equações são totalmente missíveis. Como o amor é ao mesmo tempo uma benção e uma maldição que a todos atormenta com sua alegria, o fato que tudo se transforma ao toque do amor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Às folhas tantas do livro de matemática,<img class="alignright size-full wp-image-254" title="42-17720056" src="http://www.arjunior.com.br/wp-content/uploads/2009/07/coraçãoenumero130.jpg" alt="42-17720056" width="130" height="110" /><br />
um quociente apaixonou-se<br />
um dia doidamente por uma incógnita.<br />
Olhou-a com seu olhar inumerável e<br />
viu-a, do ápice à base.<br />
Uma figura ímpar olhos rombóides,<br />
boca trapezóide,<br />
corpo ortogonal, seios esferóides.</p>
<p>Fez da sua uma vida paralela a<br />
dela até que se encontraram no infinito.<br />
&#8220;Quem és tu?&#8221; &#8211; indagou ele com ânsia radical.<br />
&#8220;Eu sou a soma dos quadrados dos catetos,<br />
mas pode me chamar de hipotenusa&#8221;.</p>
<p>E de falarem descobriram que eram<br />
o que, em aritmética, corresponde a almas irmãs,<br />
primos entre-si.<br />
E assim se amaram ao quadrado<br />
da velocidade da luz<br />
numa sexta potenciação traçando<br />
ao sabor do momento e da paixão retas,<br />
curvas, círculos e linhas senoidais.<br />
Nos jardins da quarta dimensão,<br />
escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas<br />
e os exegetas do universo finito.</p>
<p>Romperam convenções Newtonianas e Pitagóricas e, enfim,<br />
resolveram se casar, constituir um lar mais que um lar,<br />
uma perpendicular.<br />
Convidaram os padrinhos:<br />
o poliedro e a bissetriz, e fizeram os planos,<br />
equações e diagramas para o futuro,<br />
sonhando com uma felicicdade integral e diferencial.</p>
<p>E se casaram e tiveram uma<br />
secante e três cones muito engraçadinhos<br />
e foram felizes até aquele dia em que tudo, afinal, vira monotonia.<br />
Foi então que surgiu o máximo divisor comum,<br />
frequentador de círculos concêntricos viciosos,<br />
ofereceu-lhe,a ela, uma grandeza absoluta<br />
e reduziu-a a um denominador comum.</p>
<p>Ele, quociente percebeu que com ela<br />
não formava mais um todo, uma unidade.<br />
Era o triângulo tanto chamado amoroso desse problema,<br />
ele era a fração mais ordinária.<br />
Mas foi então que Einstein descobriu a relatividade<br />
e tudo que era espúrio passou a ser moralidade,<br />
como, aliás, em qualquer Sociedade &#8230;&#8221;</p>
<p>Millôr Fernandes</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Multiplicação Curiosa</title>
		<link>http://www.arjunior.com.br/produtos-curiosos/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 03:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matemática]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades matemáticas]]></category>
		<category><![CDATA[matemática curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[matemática divertida]]></category>
		<category><![CDATA[produtos de números curiosos]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns números, resultantes da multiplicação de fatores inteiros, apresentam seus algarismos dispostos de um modo singular. Esses números, que aparecem nos chamados produtos curiosos, têm sido objeto da atenção dos matemáticos. Citemos alguns exemplos: Tomemos o número 12345679 no qual figuram, na ordem crescente de seus valores, todos os algarismos significativos à exceção do 8.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns números, resultantes da multiplicação de fatores inteiros, apresentam seus algarismos dispostos de um modo singular. Esses números, que aparecem nos chamados produtos curiosos, têm sido objeto da atenção dos matemáticos.</p>
<p>Citemos alguns exemplos: Tomemos o número 12345679 no qual figuram, na ordem crescente de seus valores, todos os algarismos significativos à exceção do 8. Multipliquemos esse número pelos múltiplos de 9, a saber:</p>
<p>9, 18, 27, 36 etc, e obtemos:<br />
12345679 X 9 = 111111111<br />
12345679 x 18 = 222222222<br />
12345679 x 27 = 333333333<br />
12345679 X 36 = 444444444</p>
<p>Vemos que o produto é dado por um número de 9 algarismos iguais.</p>
<p>9 X 9 = 81<br />
9 x 98 = 882<br />
9 X 987 = 8883<br />
9 X 9876 = 88884</p>
<p>Constante igual a 9 presentam, também, uma singularidade. Neles figura o algarismo 8 repetido 1, 2, 3 vezes etc, conforme o número de unidade do último algarismo à direita.</p>
<p>Extraído do Livro MATEMÁTICA DIVERTIDA E CURIOSA &#8220;Malba Tahan&#8221;</p>
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		<title>Alguma impressão que tenho sobre o amor</title>
		<link>http://www.arjunior.com.br/alguma-impressao-que-tenho-sobre-o-amor/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 15:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Amar é ser fiel a quem nos trai, o Nelson Rodrigues é sempre sarcástico, ele coloca o dedo na nossa ferida, afinal, a fidelidade e os amores estão sempre em uma suposta guerra eterna.
Nunca vi uma definição de amor que seja mais forte, mais exigente e mais verdadeira. Um sentimento salvo de qualquer condicionalidade, salvo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amar é ser fiel a quem nos trai, o Nelson Rodrigues é sempre sarcástico, ele coloca o dedo na nossa ferida, afinal, a fidelidade e os amores estão sempre em uma suposta guerra eterna.<img class="alignright size-full wp-image-195" title="42-18736444" src="http://www.arjunior.com.br/wp-content/uploads/2009/06/fidelid.jpg" alt="42-18736444" width="130" height="110" /></p>
<p>Nunca vi uma definição de amor que seja mais forte, mais exigente e mais verdadeira. Um sentimento salvo de qualquer condicionalidade, salvo da armadilha da reciprocidade. Acredito que amar seja exatamente isto, uma lealdade incondicional, um comprometimento cego .</p>
<p>Estas são espécies de definições que tocam nossa alma. Afinal, em um contrato, quando acontece o descumprimento de uma das partes a outra fica automaticamente desobrigada de manter a sua. Amar é o reverso de tudo que julgamos normal ou natural, é a contestação de todas as convenções. É a sabotagem dos planos feitos para ninar nosso egoísmo, é uma inversão de valores. Uma luta contra os mecanismos de auto-sobrevivências que imperam por milênios na existência humana. Amar não é apenas ser fiel a alguém, é ser fiel a um sentimento, um sentimento que se personifica.</p>
<p>Amar é mesmo diante de alguns deslizes do outro, você não pensa em se vingar e não o humilhe com exigências de desculpas, é quando os erros dos outros não comprometem os projetos que fizeram juntos. Amar é compreender plenamente a Teoria Heliocêntrica de Copérnico, existe outra coisa em torno do o qual meu mundo gira. . Amar é não se resignar as limitações, porém sem que isto comprometa a admiração infinita que sem tem pelo outro.<br />
Fidelidade e amor parecem ser palavras quase sinônimas para mim, será que o Nelson também não pensava isto? Talvez  toda a sua apologia da infidelidade não fosse um disfarce?</p>
<p>Acredito que toda verdade tem um núcleo de amor e todo amor pode ser tomado com um modelo atômico de milhares de afetos girando em torno de um núcleo de verdade.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-family: 'Lucida Grande'; white-space: pre-wrap;">&lt;/div&gt;</span>Entre a Fidelidade e o Amor</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Amar é ser fiel a quem nos trai, o Nelson Rodrigues é sempre sarcástico, ele coloca o dedo na nossa ferida, afinal, a fidelidade e os amores estão sempre em uma suposta guerra eterna.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Nunca vi uma definição de amor que seja mais forte, mais exigente e mais verdadeira. Um sentimento salvo de qualquer condicionalidade, salvo da armadilha da reciprocidade. Acredito que amar seja exatamente isto, uma lealdade incondicional, um comprometimento cego .</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Estas são espécies de definições que tocam nossa alma. Afinal, em um contrato, quando acontece o descumprimento de uma das partes a outra fica automaticamente desobrigada de manter a sua. Amar é o reverso de tudo que julgamos normal ou natural, é a contestação de todas as convenções. É a sabotagem dos planos feitos para ninar nosso egoísmo, é uma inversão de valores. Uma luta contra os mecanismos de auto-sobrevivências que imperam por milênios na existência humana. Amar não é apenas ser fiel a alguém, é ser fiel a um sentimento, um sentimento que se personifica.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Amar é mesmo diante de alguns deslizes do outro, você não pensa em se vingar e não o humilhe com exigências de desculpas, é quando os erros dos outros não comprometem os projetos que fizeram juntos. Amar é compreender plenamente a Teoria Heliocêntrica de Copérnico, existe outra coisa em torno do o qual meu mundo gira. . Amar é não se resignar as limitações, porém sem que isto comprometa a admiração infinita que sem tem pelo outro.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Fidelidade e amor parecem ser palavras quase sinônimas para o Nelson, talvez mais, amor e verdade. Não posso discordar dele, acredito que toda verdade tem um núcleo de amor e todo amor pode ser tomado com um modelo atômico de milhares de afetos girando em torno de um núcleo de verdade.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">é ser fiel a quem nos trai, o Nelson Rodrigues é sempre sarcástico, ele coloca o dedo na nossa ferida, afinal, a fidelidade e os amores estão sempre em uma suposta guerra eterna.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Nunca vi uma definição de amor que seja mais forte, mais exigente e mais verdadeira. Um sentimento salvo de qualquer condicionalidade, salvo da armadilha da reciprocidade. Acredito que amar seja exatamente isto, uma lealdade incondicional, um comprometimento cego .</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Estas são espécies de definições que tocam nossa alma. Afinal, em um contrato, quando acontece o descumprimento de uma das partes a outra fica automaticamente desobrigada de manter a sua. Amar é o reverso de tudo que julgamos normal ou natural, é a contestação de todas as convenções. É a sabotagem dos planos feitos para ninar nosso egoísmo, é uma inversão de valores. Uma luta contra os mecanismos de auto-sobrevivências que imperam por milênios na existência humana. Amar não é apenas ser fiel a alguém, é ser fiel a um sentimento, um sentimento que se personifica.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Amar é mesmo diante de alguns deslizes do outro, você não pensa em se vingar e não o humilhe com exigências de desculpas, é quando os erros dos outros não comprometem os projetos que fizeram juntos. Amar é compreender plenamente a Teoria Heliocêntrica de Copérnico, existe outra coisa em torno do o qual meu mundo gira. . Amar é não se resignar as limitações, porém sem que isto comprometa a admiração infinita que sem tem pelo outro.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Fidelidade e amor parecem ser palavras quase sinônimas para o Nelson, talvez mais, amor e verdade. Não posso discordar dele, acredito que toda verdade tem um núcleo de amor e todo amor pode ser tomado com um modelo atômico de milhares de afetos girando em torno de um núcleo de verdadeEntre a Fidelidade e o Amor</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Amar é ser fiel a quem nos trai, o Nelson Rodrigues é sempre sarcástico, ele coloca o dedo na nossa ferida, afinal, a fidelidade e os amores estão sempre em uma suposta guerra eterna.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Nunca vi uma definição de amor que seja mais forte, mais exigente e mais verdadeira. Um sentimento salvo de qualquer condicionalidade, salvo da armadilha da reciprocidade. Acredito que amar seja exatamente isto, uma lealdade incondicional, um comprometimento cego .</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Estas são espécies de definições que tocam nossa alma. Afinal, em um contrato, quando acontece o descumprimento de uma das partes a outra fica automaticamente desobrigada de manter a sua. Amar é o reverso de tudo que julgamos normal ou natural, é a contestação de todas as convenções. É a sabotagem dos planos feitos para ninar nosso egoísmo, é uma inversão de valores. Uma luta contra os mecanismos de auto-sobrevivências que imperam por milênios na existência humana. Amar não é apenas ser fiel a alguém, é ser fiel a um sentimento, um sentimento que se personifica.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Amar é mesmo diante de alguns deslizes do outro, você não pensa em se vingar e não o humilhe com exigências de desculpas, é quando os erros dos outros não comprometem os projetos que fizeram juntos. Amar é compreender plenamente a Teoria Heliocêntrica de Copérnico, existe outra coisa em torno do o qual meu mundo gira. . Amar é não se resignar as limitações, porém sem que isto comprometa a admiração infinita que sem tem pelo outro.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Fidelidade e amor parecem ser palavras quase sinônimas para o Nelson, talvez mais, amor e verdade. Não posso discordar dele, acredito que toda verdade tem um núcleo de amor e todo amor pode ser tomado com um modelo atômico de milhares de afetos girando em torno de um núcleo de verdadeEntre a Fidelidade e o Amor</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Amar é ser fiel a quem nos trai, o Nelson Rodrigues é sempre sarcástico, ele coloca o dedo na nossa ferida, afinal, a fidelidade e os amores estão sempre em uma suposta guerra eterna.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Nunca vi uma definição de amor que seja mais forte, mais exigente e mais verdadeira. Um sentimento salvo de qualquer condicionalidade, salvo da armadilha da reciprocidade. Acredito que amar seja exatamente isto, uma lealdade incondicional, um comprometimento cego .</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Estas são espécies de definições que tocam nossa alma. Afinal, em um contrato, quando acontece o descumprimento de uma das partes a outra fica automaticamente desobrigada de manter a sua. Amar é o reverso de tudo que julgamos normal ou natural, é a contestação de todas as convenções. É a sabotagem dos planos feitos para ninar nosso egoísmo, é uma inversão de valores. Uma luta contra os mecanismos de auto-sobrevivências que imperam por milênios na existência humana. Amar não é apenas ser fiel a alguém, é ser fiel a um sentimento, um sentimento que se personifica.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Amar é mesmo diante de alguns deslizes do outro, você não pensa em se vingar e não o humilhe com exigências de desculpas, é quando os erros dos outros não comprometem os projetos que fizeram juntos. Amar é compreender plenamente a Teoria Heliocêntrica de Copérnico, existe outra coisa em torno do o qual meu mundo gira. . Amar é não se resignar as limitações, porém sem que isto comprometa a admiração infinita que sem tem pelo outro.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Fidelidade e amor parecem ser palavras quase sinônimas para o Nelson, talvez mais, amor e verdade. Não posso discordar dele, acredito que toda verdade tem um núcleo de amor e todo amor pode ser tomado com um modelo atômico de milhares de afetos girando em torno de um núcleo de verdade.</div>
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<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Entre a Fidelidade e o Amor</div>
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<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Estas são espécies de definições que tocam nossa alma. Afinal, em um contrato, quando acontece o descumprimento de uma das partes a outra fica automaticamente desobrigada de manter a sua. Amar é o reverso de tudo que julgamos normal ou natural, é a contestação de todas as convenções. É a sabotagem dos planos feitos para ninar nosso egoísmo, é uma inversão de valores. Uma luta contra os mecanismos de auto-sobrevivências que imperam por milênios na existência humana. Amar não é apenas ser fiel a alguém, é ser fiel a um sentimento, um sentimento que se personifica.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Amar é mesmo diante de alguns deslizes do outro, você não pensa em se vingar e não o humilhe com exigências de desculpas, é quando os erros dos outros não comprometem os projetos que fizeram juntos. Amar é compreender plenamente a Teoria Heliocêntrica de Copérnico, existe outra coisa em torno do o qual meu mundo gira. . Amar é não se resignar as limitações, porém sem que isto comprometa a admiração infinita que sem tem pelo outro.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">Fidelidade e amor parecem ser palavras quase sinônimas para o Nelson, talvez mais, amor e verdade. Não posso discordar dele, acredito que toda verdade tem um núcleo de amor e todo amor pode ser tomado com um modelo atômico de milhares de afetos girando em torno de um núcleo de verdade.</div>
</div>
<p><span id="more-189"></span></p>
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		<title>Minha pequena Ditadura das novidades</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 14:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura da novidade]]></category>
		<category><![CDATA[eterna novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Manoel de Barros]]></category>
		<category><![CDATA[reflexoes sobre novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[É madrugada, deveria estar dormindo, é o que a maioria das pessoas fazem agora. Sinceramente fazer o que a maioria das pessoas fazem é coisa que nunca me encantou. Ficar com a maioria é estar amordaçado ao convencional. Não suportorotinas, preciso de coisas novas, minha liberdade não admite algemas. Estar com a maioria pelo menos nos sistemas democráticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">É madrugada, deveria estar dormindo, é o que a maioria das pessoas fazem agora. Sinceramente fazer o que a maioria das pessoas fazem é coisa que nunca me encantou. Ficar com a maioria é estar amordaçado ao convencional. Não suporto<img class="alignright size-full wp-image-183" title="42-19545322" src="http://www.arjunior.com.br/wp-content/uploads/2009/06/nov130.jpg" alt="42-19545322" width="130" height="110" />rotinas, preciso de coisas novas, minha liberdade não admite algemas. Estar com a maioria pelo menos nos sistemas democráticos significa vencer, mas, nem mesmo o sabor doce das vitórias me ilude. Não que seja íntimo das derrotas, pelo contrário, minha vida é a demonstração clara que derrota alguma pode me vencer.</p>
<p align="justify">O fato é que vivi quase toda minha vida fazendo coisas que deram errado, me orgulho disto, e que me tornando amigos dos meus erros, eles me educaram para errar, penso que isto tenha sido a coisa mais certa que fiz na vida, preparar-me para errar.</p>
<p align="justify">Preparar-me para errar foi a forma que dominei a minha necessidade pelo original. Pessoas que temem errar não arriscam, não tentam coisas novas, ficam aprisionados ao passado. A criatividade nasce desse destemor do fracasso, quem teme fracassar, cumpre rotinas, segue manuais, faz da vida uma receita de bolo, não cria. Dar à luz coisas novas e colaborar com Deus na sua tarefa em nos presentear com a diversidade, é trabaho de quem não tem medo do fracasso e compromisso com o eternamente novo. Habita em mim uma obsessão, de deixar impregnado nas coisas um cheiro de originalidade.</p>
<p align="justify">Se existe uma coisa que mais nos torna humanos é a capacidade de inventar e reinventar. Coisas nunca sonhadas, desejos que possam voar, diálogos em línguas que não existiam ainda, amores pescados vagando pelos ares, lágrimas por dores que não existem . Eu penso como o Pessoa “o inventor é um fingidor”.</p>
<p align="justify">Eu sou como o Manoel de Barros</p>
<p align="justify"><em>“Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 horas da tarde, que vai lá fora, que aponta o lápis, que vê a uva etc. etc.</em><em><br />
Perdoai.<br />
Mas eu preciso ser Outros.”</em></p>
<p align="justify">Pessoas diferentes dizendo as mesmas frases significam coisas novas. Eu sou um obsecado pelo sempre novo. A definição de paraíso para mim seria isto “uma maravilha sempre nova, instante a cada instante para toda eternidade”. A palavra evangelho significa boa nova, só um ser divino usaria uma palavra destas, afinal, uma coisa começa a deixar de ser boa na medida que deixa de ser nova.</p>
<p align="justify">Esta eterna novidade, que o Pessoa conclama, faz de nós seres novos. Os atores medievais eram impedidos de serem enterrados em cemitério públicos, acreditava-se que eles só poderiam ter pactos demoníacos, afinal, como alguém poderia ser ele mesmo e ao mesmo tempo ser &#8220;Outros&#8221;.</p>
<p align="justify">Este é meu desejo, queria um cemitério que fosse só meu , “e que eu preciso ser outros &#8230;”</p>
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		<title>A Educação faliu</title>
		<link>http://www.arjunior.com.br/a-educacao-faliu-parte-1/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 14:40:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Este vídeo é uma pequena reflexão profunda e bem humorada do Pedagogo Ken Robinson a respeito de como os sistemas educacionais tem deixado de explorar uma das maiores potencialidades humanas que é a Criatividade. Um video inteligente e que realmente nos conduz a uma nova dimensão da educação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yFi1mKnvs2w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/yFi1mKnvs2w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0pn_oTIwy4g&amp;hl=ptbr&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/0pn_oTIwy4g&amp;hl=ptbr&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Alguma coisa sobre um número mágico&#8230;</title>
		<link>http://www.arjunior.com.br/alguma-coisa-sobre-um-numero-magico/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 15:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigues Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matemática]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades sobre os números]]></category>
		<category><![CDATA[número mágico]]></category>

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		<description><![CDATA[ A razão para que o número 1089 seja considerado “mágico” decorre do fato de ser obtido da seguinte forma:
Dado um número qualquer composto de três algarismos diferentes - abc -, inverta esse número, no sentido de trás para frente - cba - e subtraia o menor do maior. Ao resultado dessa subtração &#8211; representada por xyz -, onde se deve considerar sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> A razão para que o número 1089 seja considerado “mágico” decorre do fato de ser obtido da seguinte forma:</p>
<blockquote><p>Dado um número qualquer composto de três algarismos diferentes - <strong>abc</strong> -, inverta esse número, no sentido de trás para frente - <strong>cba</strong> - e subtraia o menor do maior. Ao resultado dessa subtração &#8211; representada por <strong>xyz</strong> -, onde se deve considerar sempre um número de três algarismos, mesmo quando a diferença na casa das centenas é zero, some o seu inverso - <strong>zyx</strong> - e eis que surge “fagueiro” o número <strong>1089</strong>.</p></blockquote>
<p>O objetivo deste post é demonstrar porque isso sempre ocorre. Mas, antes alguns exemplos para que não restem eventuais dúvidas quanto ao enunciado.</p>
<p><strong>Exemplo 1</strong>: Seja 367 um número escolhido, que escrito de trás para frente é 763. Subtraindo o menor do maior obtemos:</p>
<p align="center">763 &#8211; 367 = 396</p>
<p>E somando o resultado obtido ao seu inverso de trás para frente:</p>
<p align="center">396 + 693 = 1089</p>
<p><strong>Exemplo 2</strong>: Agora tome o número 675. Utilizando-se dos mesmos procedimentos vem:</p>
<p align="center">675 &#8211; 576 = 099 =&gt; 099 + 990 = 1089</p>
<p>Observe que no exemplo acima o zero a esquerda &#8211; em 099 &#8211; deve ser considerado para que o resultado seja o número “mágico” 1089.</p>
]]></content:encoded>
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